25 de jan de 2017

Meu primeiro bordado (entre linhas e pensamentos)

Olááá,

Durante as férias um dos meus passatempos foi aprender a antiga prática de bordar (que tem uma história longa). Só com os vídeos do Youtube, principalmente no canal HandiWorks, já dá pra aprender vários tipos de pontos, de flores etc. Bordar é fácil, só exige paciência. Dá pra fazer coisas incríveis, não só em toalhas, roupas etc., mas a moda da vez é você deixar o bordado no próprio bastidor, transformando-o em um quadrinho (como o que eu fiz, na foto abaixo, para pendurar na porta). 

O custo é baixo (ou não), pois as linhas com 8 metros custam em média R$ 1,50. O bastidor que é um pouco caro, este da foto custou R$ 20,00. Os bastidores com regulagem (para tecidos mais grossos) custam mais (tipo uns R$ 30,00), mas isso, obviamente, depende do diâmetro e do lugar onde você vai comprar (e eu estou falando de Crissiumal...).

Eu sou fã das artes manuais, isto é, daquilo que exige certo estudo, tempo, paciência, trabalho. O que é feito com a própria mão é feito com carinho. Por isso admiro quem faz produtos artesanais, seja bordado, tricô ou pintura; seja queijo, cachaça e bolacha. E o mais legal de tudo não é o produto final, é o processo. Além disso, penso que o fazer artesanal resgata certa humanidade das coisas (agora vou filosofar...), porque você acompanha todo o processo, desde a escolha dos materiais ou ingredientes, até o produto final, e isso, necessariamente, implica saber e dedicação. Ao fim, o valor e/ou o sabor são muito melhores. Esse é um discurso que repito, pois é algo em que acredito (e dizem que é importante acreditar em alguma coisa). E tenho vontade de saber fazer muitas coisas (poderia entrar no campo dos sonhos, mas vou deixar passar)...

Primeiro bordado

Detalhe

Aprendendo os pontos (com o vídeo abaixo)


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