18 de out de 2016

Descrição da beleza cotidiana

Estou sentada, sozinha, em uma cadeira de área na lavanderia do apartamento, pois só aqui pega sinal de wi-fi. Lá fora chove. Raios e trovões combinam-se em um espetáculo de som e luz. Há um forte vento que entra pela janela e balança meus cabelos e o varal de roupas acima da minha cabeça. As roupas dançam. Os grilos cantam.

Vejo beleza nisso.

(este é mais um post da madrugada.)

Um comentário:

Gugu Keller disse...

O belo depende menos do o ser do que do de quem o admira saber ver.
GK