11 de mai de 2015

"...Por havê-la deixado só no meio do oceano."

"Era um fantasma numa casa alheia que de um dia para o outro se tornara imensa e solitária, e na qual vagava à deriva, perguntando a si mesma angustiada quem estava mais morto: o que tinha morrido ou a que tinha ficado."

(Gabriel García Márquez. O Amor nos Tempos de Cólera. Página 345.)

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