25 de mai de 2015

Léa

Ontem, meu namorado e eu descobrimos que a nossa gatinha, Léa, havia morrido. Ela estava desaparecida desde quarta-feira. Não sabemos como aconteceu, mas imaginamos que tenha sido envenenada ou algo do tipo. Estamos muito tristes, pois ela era a gata mais fofinha e carinhosa que já viveu no planeta Terra. Não entendemos como alguém foi capaz de fazer mal a ela.

A Léa foi abandonada ainda filhote em uma caixa de papelão, a adotamos, cuidamos dela, compramos casinha, caminha e brinquedos. Fazia um mês que ela havia sido castrada e estava bem. Corria como louca, brincava e adorava derrubar os potes de flor da mãe e arranhar o sofá do Maurício. Era companheira e sentava no nosso colo enquanto estudávamos.

Sentiremos eterna saudade.


11 de mai de 2015

Primeira manhã de viúva.

"Certa vez ele dissera algo que ela não podia conceber: os amputados sentem dores, cãibras, cócegas, na perna que não têm mais. Assim se sentia ela sem ele, sentindo que ele estava onde não mais se encontrava." 

(Gabriel García Márquez. O Amor nos Tempos de Cólera. Página 346.)

"...Por havê-la deixado só no meio do oceano."

"Era um fantasma numa casa alheia que de um dia para o outro se tornara imensa e solitária, e na qual vagava à deriva, perguntando a si mesma angustiada quem estava mais morto: o que tinha morrido ou a que tinha ficado."

(Gabriel García Márquez. O Amor nos Tempos de Cólera. Página 345.)

6 de mai de 2015

Goteiras.

"Era mais uma vez a insônia, como sempre, e tornou a morder a língua para que a verdade não saísse pelas tantas goteiras que tinha no coração."

(Gabriel García Márquez. O Amor nos Tempos de Cólera. Página 342)

"O coração tem mais quartos que uma pensão de putas."

"Com ela aprendeu Florentino Ariza o que já padecera muitas vezes sem saber: pode-se estar apaixonado por várias pessoas ao mesmo tempo, por todas com a mesma dor, sem trair nenhuma. Solitário entre a multidão do cais, dissera a si mesmo com um toque de raiva: 'o coração tem mais quartos que uma pensão de putas'."

(Gabriel García Márquez. O Amor nos Tempos de Cólera. Página 334.)

5 de mai de 2015

Visita ao Sítio Arqueológico São Miguel Arcanjo

Olá.
Em abril tive o prazer de conhecer o Sítio Arqueológico São Miguel Arcanjo, na cidade de São Miguel das Missões - RS, com a minha amiga Rosana e sua família. As Ruínas de São Miguel Arcanjo são um pedaço do que restou da civilização criada no Rio Grande do Sul por padres jesuítas e índios guarani, sendo a principal redução jesuítica da região, cuja igreja foi construída em 1745, possuía três naves com cinco altares dourados, com uma torre contendo cinco sinos. Pela sua importância histórica, foi tombada pela UNESCO e considerada Patrimônio da Humanidade.

É um lugar de belas paisagens, com um grande gramado verde contrastando com um céu bem azul. Apaixonei-me pelas árvores do local. E consegui tirar boas fotografias.

Ruínas de São Miguel Arcanjo.

Igreja por dentro.



Árvores encantadoras!



Eu!

Iza.

Rô.

Santo do pau oco.

Peça em madeira no Museu das Missões.

Museu das Missões.