28 de abr de 2015

Desenho: Meu lado esquerdo do cérebro sabe que todo amor é passageiro.

Olá pessoas.
Fiz esse desenho em torno de uma hora apenas, desde a ideia até a finalização, pois havia uma promoção da marca Chico Rei, na qual o desenho vencedor iria estampar uma camiseta e o ganhador levaria 50 camisetas da loja. Como eu fiquei sabendo da promoção um pouco antes de acabar o prazo, fui correndo fazer esse desenho na vã esperança de vencer. Mas não venci. Então, o que me resta é postar o desenho aqui no blog. 

Inspirei-me na música "Fell in love with a girl" do The White Stripes pra fazer o desenho. A frase que está no desenho e na música quer dizer "meu lado esquerdo do cérebro sabe que todo amor é passageiro". Eu já havia feito um desenho com a mesma frase em 2011 (aqui!).


Abraço, até.

23 de abr de 2015

Desenhando com caneta: Rosana.

Olá.
Fiz esse desenho com caneta Bic azul, inspirando-me em uma foto da minha amiga e colega Rosana, porém, como não fui cuidadosa com as linhas faciais, o desenho não ficou parecido com ela, mas essa não era mesmo a intenção. Adorei o resultado! Desenhar com caneta é tudo de bom!
Abraço. Até.


17 de abr de 2015

Curta: Meu Amigo Nietzsche

"O filme 'Meu amigo Nietzsche' conta a história de um garoto que encontra um livro de filosofia e mostra como o improvável encontro será o início de uma violenta revolução em sua mente, na vida de sua família e na sociedade." (fonte: Youtube - Canal OutrIdeia)

Mais informações: www.outrideia.com.br

Título: Meu Amigo Nietzsche
Duração: 15 minutos.
Direção: Fáuston da Silva

Riscos e rabiscos em aula.

Olá.
Eu tenho uma mania de ficar desenhando em tudo que lugar, inclusive nos meus cadernos de aula, durante a aula, é claro (coisa que muita gente faz, eu acho). Quando eu cursava Nutrição eu fiz uma postagem chamada Desenhos de uma aluna que se distrai, pois como eu não gostava muito do curso era comum me distrair com desenhos. Agora que eu curso Letras, eu continuo desenhando nos cadernos, porém, geralmente, os desenhos têm relação com a matéria (e eu gosto das aulas).

Resolvi tirar fotos dos desenhos, que são simples e pequenos, pois acho legal rever o que andei rabiscando nos últimos tempos (os desenhos são de 2014 e 2015). Também gostei de compará-los aos da postagem antiga (que me espantei ao ver que era de 2012 - como o tempo passa! Já estou há cinco anos na universidade!!). Percebi que quando cursava Nutrição eu fazia desenhos mais elaborados durante a aula, que ocupavam uma página inteira, hehehe. Acho que eu não gostava mesmo das aulas.







13 de abr de 2015

Eduardo Galeano

Faleceu hoje o jornalista e escritor Eduardo Galeano. Era um dos meus autores favoritos, provavelmente, o que mais citei nas postagens do blog até hoje.


A Pequena Morte

"Não nos provoca riso o amor quando chega ao mais profundo de sua viagem, ao mais alto de seu voo: no mais profundo, no mais alto, nos arranca gemidos e suspiros, vozes de dor, embora seja dor jubilosa, e pensando bem não há nada de estranho nisso, porque nascer é uma alegria que dói. Pequena morte, chamam na França a culminação do abraço, que ao quebrar-nos faz por juntar-nos, e perdendo-nos faz por encontrar-nos e acabando conosco nos principia. Pequena morte, dizem; mas grande, muito grande haverá de ser, se ao nos matar nos nasce."

Eduardo Galeano em "O Livro dos Abraços".

Eduardo Galeano (1940-2015)

8 de abr de 2015

O amor nos tempos de cólera.

"Era ainda jovem demais para saber que a memória do coração elimina as más lembranças e enaltece as boas e que graças a esse artifício conseguimos suportar o passado."

(Gabriel García Márquez. O Amor nos Tempos de Cólera. Página 134.)



7 de abr de 2015

Xilogravura: como fazer?

Olá pessoas.

A xilogravura é uma técnica artística que eu sempre achei muito legal, por isso andei pesquisando sobre o assunto e descobri que eu poderia fazer em casa algo parecido com a xilogravura, porém, utilizando bandejas de isopor, já que eu não possuo os materiais necessários para a gravação em madeira.

A xilogravura é uma técnica de gravação em madeira. Para talhar este material, o xilogravurista utiliza-se de ferramentas cortantes. Talhadas na madeira, as figuras ficam mais altas que o restante da placa, ou seja, ficam em relevo. Feito a xilogravura, espalha-se com um rolinho de borracha a tinta para impressão. A placa de madeira é colocada sobre o papel e, com o auxílio de uma prensa, imprime-se a figura. Para que o trabalho fique mais fácil, usa-se em geral uma madeira "mole", que não solte lascas quando entalhada.

Essa técnica especial é muito usada na nossa literatura de cordel, pois os cordelistas a utilizam para ilustrar as capas de seus cordéis. Alguns xilógrafos brasileiros famosos são Gilvan Samico, Abraão Batista, Amaro Francisco, José Costa Leite, José Lourenço e J. Borges.

Xilogravura de José Francisco Borges.

Como fazer uma xilogravura?

Materiais:
Bandejinhas de isopor (de frios de supermercado)
Lápis bem apontado
Rolinho de espuma para pintura
Tesoura
Tinta guache ou outra
Papel

1. Corte as abas da bandeja de isopor.
2. Escolha o desenho e passe-o para o isopor com o lápis bem apontado. Este processo deixará o isopor com sulcos.
3. Com a ponta do lápis ou do palito, aumente os sulcos do isopor sem furá-lo.
4. Passe o rolinho de espuma na tinta e, em seguida, sobre o molde/matriz de isopor. (como eu não tinha rolinho de espuma, tentei espalhar a tinta sobre o isopor com um pincel normal, mas não dá certo, com o rolo fica mil vezes melhor.)
5. Coloque o molde sobre o papel e pressione.

Dicas:
• Lembre-se de que na impressão tudo sairá ao contrário do que você está vendo.
• Para a impressão, você pode usar um rolo de macarrão e passar por cima do molde (eu improvisei e passei um tubo de antitranspirante aerossol, deu certo).
• Uma mão de tinta permite várias impressões, porém elas sairão cada vez mais claras.
• Você pode lavar o molde e guardá-lo para outras impressões.

Abaixo você confere minhas primeiras gravuras:

Gravura: "Paixão da lua nordestina".

Passarinhos

Impressão e matriz em isopor.

Observação sobre a fonte das informações: parte do texto dessa publicação eu retirei da página de uma revista, porém, não consegui identificar mais dados sobre a revista e seus autores.

Abraço, até.

1 de abr de 2015

Poeminha Fulminante

Relampa?
Relampadeja?
Relampeja?
Relampagueia?
Relampeia?
Relampadeia?
E, enquanto a luz não esclarece as letras,
O raio que me parta
Chega.

(Ilka Brunhilde Laurito)