14 de dez de 2014

Tristeza do Jeca

Às vezes, meu gosto musical surpreende.



Nestes versos tão singelos
Minha bela, meu amor
Prá você quero contar
O meu sofrer e a minha dor
Eu sou como um sabiá
Que quando canta é só tristeza
Desde o galho onde ele está

Nesta viola canto e gemo de verdade
Cada toada representa uma saudade
...

1 de dez de 2014

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.


[F.P.]

22 de nov de 2014

You only live once but alguns não vivem nunca.

Está pichado num muro em São Paulo

"Você só vive uma vez!"

um trabalhador lê e se pergunta:
"e então quando será a minha?"

15 de out de 2014

Amy Winehouse

Descobri que Amy Winehouse é tudo de bom! Pois é, aquela música Rehab, que era a única que eu conhecia, é uma das menos legais, pelo menos foi o que eu achei agora que já ouvi todas.

Pena que ela não está mais entre nós.






14 de out de 2014

28 de set de 2014

Aureliano e Amaranta Úrsula

"Entregaram-se à idolatria dos corpos, ao descobrir que os tédios do amor tinham possibilidades inexploradas, muito mais ricas que as do desejo."

Trecho de Cem Anos de Solidão. Gabriel García Márquez. Página 384.

Why so serious?

Mais uma do cinismoilustrado.com.

Saudades colocadas de frente uma para outra como dois espelhos.

"Aturdido por suas saudades colocadas de frente uma para outra como dois espelhos, perdeu o seu maravilhoso sentido de irrealidade até que terminou por recomendar a todos que fossem embora de Macondo, que esquecessem tudo o que ele ensinara do mundo e do coração humano, que cagassem para Horácio e que em qualquer lugar em que estivessem se lembrassem sempre de que o passado era mentira, que a memória não tinha caminhos de regresso, que toda primavera antiga era irrecuperável e que o amor mais desatinado e tenaz não passava de uma verdade efêmera."

Trecho de Cem Anos de Solidão. Gabriel García Márquez. Página 381.

21 de set de 2014

Os animais universitários.

Olá. Aqui em Ijuí, eu moro em uma casa de estudantes cercada de mato e, por isso, aparecem muitos animais no quintal. Ontem eu queria tirar foto dos sapos que têm num pequeno lago, mas eles não apareceram. Então, tirei fotos dos outros animais que aqui estavam.

O Zóio-claro.

O jacú.

O Marrom.

A Lucy (ou Pintada).

O Amarelo.


Os passarinhos.

1 de set de 2014

Literalmente errado.

Bom dia, literalmente!

Já comecei o texto assim, empregando a palavra literalmente sem necessidade, pois este post é dedicado a todas as pessoas que desconhecem o uso correto da palavra. E não são poucas! Em casa, no trabalho e na universidade, diversas vezes eu me deparo com situações realmente cômicas causadas pelo emprego inadequado da palavra literalmente

Certa vez, depois de uma prova bem difícil  de Nutrição Clínica, uma colega me diz: "— Nossa, eu me caguei toda durante a prova, literalmente!". Meu Deus, eu pensei. Se essa criatura soubesse o que está falando! 

Parece-me que as pessoas usam a palavra literalmente no sentido de realmente, ou algo do tipo, para dar ênfase. Mas não é nada disso!

Literalmente significa rigoroso, restrito, claro, conforme a letra do textoÉ o uso de uma expressão na sua verdadeira acepção. Por exemplo, a frase “o homem estava morrendo de fome”, pode ter dois sentidos: o sentido literal e o sentido figurado. Utilizada no sentido figurado, a frase é apenas uma hipérbole para enfatizar que  o homem estava com muita fome. No entanto, se a intenção é dizer que o homem estava morrendo porque não se alimentava, a frase será então interpretada literalmente, ou seja, conforme está escrita.
Por isso, é comum acrescentar o termo “literalmente” quando há intenção de evidenciar o verdadeiro sentido das palavras utilizadas. A palavra literalmente só deve ser referida quando a frase ou expressão possui diferentes acepções.
No Brasil há uma enorme variedade de expressões cuja interpretação mais usual não é normalmente feita no sentido literal:  “cair a ficha”, "dor de cotovelo", “estourar uma bomba”, “o pulo do gato”, “quebrar o galho”, “queimar o filme”, "segurar vela" etc.

O Tumblr Errado Literalmente publica diversas pérolas que as pessoas dizem por aí, e os comentários são muito engraçados!


Abraço. Até mais!

23 de ago de 2014

A dança

Olá. O poema abaixo é de autoria da minha irmã, Franciele Bach, e o desenho foi feito por mim. Este trabalho será exposto no Sarau Psyqué, da Semana Acadêmica de Psicologia da Unijuí, que acontece de 25 a 29 de agosto de 2014.


12 de ago de 2014

Calão

vi meu passado de
costas no
canto da
cantina
com um
copo de
café.
— que merda! pensei.
constrangida,
corri. logo
cansei. no
corredor
conheci um
cara, o presente
que disse — ergue a
cabeça e manda ele tomá no
cú. ofereceu um
cigarro.


Fumamos
juntos.


foda-
c.

9 de ago de 2014

Úrsula

"Lembrando-se destas coisas enquanto aprontavam o baú de José Arcádio, Úrsula se perguntava se não era preferível se deitar logo de uma vez na sepultara, e lhe jogarem a terra por cima, e perguntava a Deus, sem medo, se realmente acreditava que as pessoas eram feitas de ferro pra suportar tantas penas e mortificações; e perguntando ia atiçando a sua própria perturbação e sentia desejos irreprimíveis de se soltar e não ter papas na língua como um forasteiro e de se permitir afinal um instante de rebeldia, o instante tantas vezes desejados e tantas vezes adiados, para cortar a resignação pela raiz e cagar de uma vez para tudo e tirar do coração os infinitos palavrões que tivera que engolir durante um século inteiro de conformismo.
— Porra! — gritou.
Amaranta, que começava a colocar a roupa no baú, pensou que ela tinha sido picada por um escorpião.
— Onde está? — perguntou alarmada.
— O quê? 
— O animal! — esclareceu Amaranta.
Úrsula pôs o dedo no coração.
— Aqui — disse."

Trecho de Cem Anos de Solidão. Gabriel García Márquez. Página 242.

1 de ago de 2014

"O irreparável do meu passado - esse é que é o cadáver!"

Na noite terrível, substância natural de todas as noites,
Na noite de insónia, substância natural de todas as minhas noites, Relembro, velando em modorra incómoda,
Relembro o que fiz e o que podia ter feito na vida.
Relembro, e uma angústia
Espalha-se por mim todo como um frio do corpo ou um medo.
O irreparável do meu passado — esse é que é o cadáver!
Todos os outros cadáveres pode ser que sejam ilusão.
Todos os mortos pode ser que sejam vivos noutra parte.
Todos os meus próprios momentos passados pode ser que existam algures,
Na ilusão do espaço e do tempo,
Na falsidade do decorrer.
Mas o que eu não fui, o que eu não fiz, o que nem sequer sonhei;
O que só agora vejo que deveria ter feito,
O que só agora claramente vejo que deveria ter sido —
Isso é que é morto para além de todos os Deuses,
Isso — e foi afinal o melhor de mim — é que nem os Deuses fazem viver...
Se em certa altura
Tivesse voltado para a esquerda em vez de para a direita;
Se em certo momento
Tivesse dito sim em vez de não, ou não em vez de sim;
Se em certa conversa
Tivesse tido as frases que só agora, no meio-sono, elaboro —
Se tudo isso tivesse sido assim,
Seria outro hoje, e talvez o universo inteiro
Seria insensivelmente levado a ser outro também.
Mas não virei para o lado irreparavelmente perdido,
Não virei nem pensei em virar, e só agora o percebo;
Mas não disse não ou não disse sim, e só agora vejo o que não disse;
Mas as frases que faltou dizer nesse momento surgem-me todas,
Claras, inevitáveis, naturais,
A conversa fechada concludentemente,
A matéria toda resolvida...
Mas só agora o que nunca foi, nem será para trás, me dói.
O que falhei deveras não tem esperança nenhuma
Em sistema metafísico nenhum.
Pode ser que para outro mundo eu possa levar o que sonhei.
Mas poderei eu levar para outro mundo o que me esqueci de sonhar?
Esses sim, os sonhos por haver, é que são o cadáver.
Enterro-o no meu coração para sempre, para todo o tempo, para todos os universos.
Nesta noite em que não durmo, e o sossego me cerca
Como uma verdade de que não partilho,
E lá fora o luar, como a esperança que não tenho, é invisível p’ra mim.

11.05.1928

Na noite terrível. Poema de Álvaro de Campos. Fernando Pessoa.

31 de jul de 2014

Desenho: all we need is love.

Olá!
Aproveitando meus últimos dias de férias (das aulas), fiz este desenho, pois queria testar uma técnica de pintura. Dessa vez, o desenho não é criação minha, é cópia de um poster que vi para vender na loja Santa Jujuba no Tanlup, e que acabou entrando para a coleção por-que-vou-comprar-se-posso-fazer-em-casa-? E deu certo!




30 de jul de 2014

Azulado

Eu canto para os que cruzaram a linha, ousaram sentir a força do invisível
Que derreteram suas cabeças sob um céu estrelado
Eu canto para os meninos e meninas assassinados por uma metralhadora
Que viveram e morreram cedo, imaginando o paraíso
Eu canto para os meus velhos amigos, perdidos no tempo ou numa esquina qualquer
E pra quem se arrebenta de saudade e adormece chorando
E um pouco pra nós que somos loucos
Eu canto pra nós que somos loucos
...
(azulado)

28 de jul de 2014

Frio, chimarrão e caturritas.

Sábado à tarde tudo que eu sabia é que era o final de semana mais frio do ano e eu queria ir para longe. Para um lugar onde não encontrasse traços da casa de estudante, universidade ou pessoas conhecidas. Falei para o Maurício pegar a moto e levar a gente para São Miguel das Missões ou outro lugar, na loucura, mas já era tarde e fazia muito frio. Sendo assim, fomos para um lugar bem longe de casa, porém, sem ultrapassar os limites da cidade: a Praça dos Imigrantes.

Logo que cheguei me encantei com os ninhos gigantes das caturritas nas árvores. Eu nunca tinha visto ninhos tão grandes! Então, ficamos observando os passarinhos, tomando chimarrão e conversando.

Os ninhos.
Oi.
Caturrita.
It's all right.
Sun, sun, sun, here it comes...
Little darling, I feel that ice is slowly melting.
Here comes the sun.

27 de jul de 2014

Hoje eu acordei querendo ouvir...

O álbum The Very Best of Louis Armstrong:



A música What the world needs now is love, da Jackie Deshannon:



O álbum The Best of Soul and Rhythm & Blues Collection (Black Music):



Eterno

"Aquilo que está escrito no coração não necessita de agendas porque a gente não esquece. O que a memória ama fica eterno."
Rubem Alves

24 de jul de 2014

Este é o sonho americano que eu desacredito.

Vontade enorme de largar tudo e ir embora. Desacredito que essa infelicidade cotidiana terá fim. A vida não tem sentido, é absurda, eu sei. 

Estou cansada. É só isso.

 

Sem mais manhãs reviradas
Sem mais tardes de tentativas
Este é o sonho americano
Que eu desacredito
...
As luzes da cidade
Elas apenas parecem boas quando estou correndo
Eu quero deixar tudo pra trás
Porque desta vez

Eu estou indo embora
Indo para longe
Desta vez estou desistindo de tudo
Até logo
...

23 de jul de 2014

Minha primeira tapioca.

Olá seres humanos!

Sábado passado eu estive na casa de um casal de amigos e eles prepararam a tal da tapioca. Foi a primeira vez que vi e comi uma tapioca na minha vida e eu a-m-e-i-! Ainda mais quando descobri que para fazer só precisa de polvilho doce e água. No outro dia já comprei os ingredientes necessários e fui para a cozinha.

Bem, é só olhar a foto para perceber que a minha primeira tapioca não saiu das mais belas, haha. Mas eu fiquei contente com o resultado, mesmo saindo toda torta e quebrada. (e só para esclarecer: a frigideira e a peneira eram ruins e não me facilitaram o trabalho).  Pois, afinal de contas, quando nessa minha vida infeliz eu imaginei que um dia ia fazer tapioca? haha, achei o máximo! Agora tenho vontade de fazer tapioca de todos os sabores possíveis, e de convidar todo mundo para experimentar, e de abrir a primeira barraquinha de tapioca de Ijuí, hahaha.

Eu não vou escrever mais detalhes da receita agora, porque eu me comprometi a fazer novamente nesse fim de semana. Então, se eu acertar mesmo a receita, escrevo bem direito como fiz. (é que com essa foto de tapioca toda quebrada chega a ser vergonhoso postar receita).




Enfim, eu fiz essa postagem, também, para comunicar que inauguro no blog a categoria "Culinária" para descrever minhas peripécias na cozinha! haha (Sim, nem eu acredito nisso. Eu sei bem o que você deve estar pensando: "quem a louca da Mari pensa que é pra falar de culinária? Ela nem sabe cozinhar!". Ou, nas palavras de Maurício: "na cozinha a Mari só sabe fazer gelo e água quente. E, ainda, o gelo dela é meio derretido").

Beijos e abraços. Até a próxima tapioca!

22 de jul de 2014

14 de jul de 2014

58 páginas de solidão.

Cem Anos de Solidão, página 59: no exato momento em que José Arcádio Buendía levantava o delegado Apolinar Moscote pelo colarinho (pois ele chegou em Macondo querendo obrigar o povo a pintar as casas de azul, a fim de celebrar o aniversário da independência nacional), deparo-me com uma singela e inesperada declaração. 

Por mais que Gabriel García Márquez seja um excelente escritor, o meu favorito, eu soube naquele momento que, desta vez, aquelas palavras estampadas no livro, que me encheram de alegria, não foram escritas por ele.

E o escritor não conquistou o Prêmio Nobel de Literatura, apenas meu coração.

"Para mim bastaria estar certo de que você e eu existimos neste momento."

"As coisas têm vida própria", apregoava o cigano com áspero sotaque, "tudo é questão de despertar a sua alma."

"As estirpes condenadas a cem anos de solidão não tinham uma segunda oportunidade sobre a terra."

6 de jul de 2014

Crônica sobre como a vida pode ser dura e uma nega maluca também.

Desde pequena, sempre me disseram que a vida era dura, mas o que nunca me falaram é que uma nega maluca também poderia ser. E, assim, mergulhada em um mundo de sonhos, expectativas e esperanças, estava eu, com a colher em uma mão e o pacote de farinha na outra. A princípio, estava tudo bem. Eu possuía todos os ingredientes, o fermento não estava passado da validade (como de costume), havia achocolatado da marca Nescau e não de uma marca de pobre (como de costume), os ovos estavam saudáveis (certamente dariam belos pintinhos, mas eu não sou vegetariana e, como já disse, a vida é dura!). Porém, a coisa começou a desandar.

O primeiro sinal de que tudo daria errado foi quando eu esqueci a nega maluca no forno, por mais de meia hora, é claro. Por milagre não queimou. Percebi que estava meio dura, mas ignorei, fingindo para mim mesma que estava tudo bem e que as coisas não poderiam acabar daquele jeito. Parti para a cobertura.

Cobertura: alterei um pouco a receita da internet porque, vamos combinar, SETE colheres de Nescau é uma OSTENTAÇÃO! Só pode que o sujeito que criou a receita era filho do dono da Nestlé! Só assim pra pensar que Nescau dá em árvore! 

E esse foi o meu segundo erro.

Por não seguir a receita, a coisa não ficava dura nunca! Era um mexe-mexe pra lá, um mexe-mexe pra cá, e a coisa foi esquentando, esquentando, esquentando... E nada. Porém, eu não iria desistir tão fácil. Continuei mexendo a colher até a morte e, finalmente, a cobertura ficou consistente. Só que demais. E esse foi o meu terceiro erro. 

Você já ouviu falar que o diamante é o material mais duro da natureza, correto? Pois esqueça toda essa baboseira. A minha cobertura de bolo faz diamante parecer gelatina. Ela ficou tão dura, mas tão dura, que eu a despejei em cima do bolo e ela petrificou instantaneamente. Não deu nem tempo de espalhar para o resto do bolo.

 "Então tá, sua nega maluca dos inferno, se é assim que tu qué, é assim que vai ser!".

Em seguida, quando fui colocar os granulados por cima, eles bateram na crosta de cobertura e num salto mortal triplo carpado voaram para fora da forma. Inclusive, diz a lenda, que o salto foi tão grande que até hoje os granulados ainda estão voando e, na primavera, quando o céu está escuro, é possível vê-los dançando ao lado das estrelas. 

Ao final de tudo, quando fui cortar o bolo a fim de experimentar um delicioso pedaço de tijolo sabor chocolate, eu... 1. Cortei o pedaço... 2. Coloquei a espátula embaixo dele... 3. Levantei com cuidado... 4. E a p*rra do pedaço voou longe e caiu no chão! AAAAAAAAAAAAARRRRRRRRRGGGGGGGGGGHHHHHHHH!

Eu só queria que meu bolo ficasse tão bom quanto o da Lu. #buááá (lágrimas!)

Mas nem tudo está perdido, ó, meus irmãos! O bolo pode até estar incomível agora, porém, não o desmereçam por isso, afinal de contas, eu acredito, verdadeiramente, que tudo nessa vida tem uma serventia. E o meu pedaço de bolo (o meu lindo, saboroso, cheiroso e completamente duro pedaço de bolo), ainda vai ser mais importante que você e eu.

Daqui a um milhão de anos, quando os extraterrestres e as baratas dominarem a Terra, caso os ETzinhos resolvam montar um museu da história humana, lá vai estar ele. Afinal, são os artefatos petrificados os que mais resistem ao tempo, sendo assim, já posso até imaginar uma vitrine do museu: um osso petrificado, uma pegada petrificada, alguma coisa de madeira petrificada e, ao lado, o meu bolo. 

Imagem meramente ilustrativa.

Bola de Fogo feat Nirvana

Olá,

Vamos para minha terceira postagem do dia (hoje eu estou postando pela vida inteira). Eu já mostrei pra vocês a música Atoladinha Like Teen Spirit? Eu sei que não, foi uma pergunta retórica. Então ouçam a música, ó, meus leitores!

E digam o que quiserem, mas eu gostei.



Eeeee, não para por aí. Na página do MashmyAs$ no Soundcloud confira outras versões malucas de diversos artistas e bandas. Tem Tiririca vs. Lady Gaga em Florentina de Judas, Kiss vs.Valesca Popozuda em I Was Made For Kiss no Ombro, Os Cascavelletes vs. Vanessinha Pikatchu entre outras pérolas.




Olha isso, hahaha.



XOXO, Mari.

Seu Jorge on Mars

Eu não sabia. Descobri ontem. O Seu Jorge gravou uns covers do David Bowie em português. Algumas músicas eu gostei, outras realmente não (tipo a versão para Ziggy Stardust, não rolou). But, vamos nos concentrar no que eu achei bom:



Eu tu nem sabia que eu gostava de Seu Jorge né? Pois é, eu gosto. Conheço só três músicas dele, mas são três músicas que eu gosto bastante! rsrs. 

Abraço, até.

Perotá Chingó

Olá.
Há sei lá quanto tempo atrás minha irmã me mostrou as músicas da banda Perotá Chingó. A princípio, demorei um pouco para gostar (eu era uma boba), mas hoje eu aprecio muito. A banda, que é formada por gente da Argentina, Uruguai e Brasil, produz "performances honestas e simples com duas cantoras sensacionais e complementares (Dolores Aguirre e Julia Ortiz), um violão harmônico e suingado (Diego Cotelo), uma percussão minimalista (Martin Dacosta) e, regendo toda essa orquestra, um misterioso e bem-vindo ar de amor à música". (fonte: http://www.azoofa.com.br). 


"La propuesta artística de Perotá Chingó podría definirse básicamente como un viaje de intercambio musical y cultural por todo el Planeta; la amplia variedad de ritmos, estilos y distintos autores que conforman el repertorio, desde versiones de los más renombrados exponentes de la música folclórica de cada país hasta las composiciones propias más aventuradas, y la manera descontracturada de abordarlas, llegan a proponer un juego en el cual se vuelve difusa toda frontera." (fonte: www.perotachingo.com.ar)





4 de jul de 2014

Sonho Negro

Assim, estrangeira ao céu e à terra,
eu vivo e já não canto mais.
É como se afastasses minha alma peregrina
tanto do inferno quanto do céu.

Trecho do poema "Sonho Negro" de Anna Akhmátova. 1917.

15 de jun de 2014

A Ruiva e A Japonesa

Olá,
esse fim de semana eu descobri essa banda nacional chamada Soulstripper, porque fiquei super curiosa de ouvir uma música dela chamada Não Trocaria um Sorvete de Flocos por Você (que tem um videoclipe fofinho!), mas eu gostei mesmo foi das música A Ruiva e A Japonesa. As pessoas para quem mostrei não curtiram muito, mas eu estou ouvindo o dia inteiro, principalmente A Ruiva. Achei essa tão bonitinha que me deu até vontade de desenhar, quem sabe nas férias. Escuta aí!
Abraço.
   

Sorriu pra mim...
Pediu pra ver o sol!

Como é que eu vou dizer pra uma garota tão bonita como ela
Que ainda é noite lá fora?
Como é que eu vou dizer pra uma garota com o sorriso como o dela
Que ainda é noite lá fora?
...
(A Ruiva - Soulstripper)

14 de jun de 2014

Insustentável


Poema escrito pela minha irmã, Franciele Bach, e publicado no livro do III Prêmio Literário Cidade Poesia.

10 de mai de 2014

Retrato da Madame de Pompadour

François Boucher

A riqueza de detalhes me encanta!

Outono de Vivaldi

Belíssima!


Antonio Lucio Vivaldi foi um grande compositor e músico italiano do estilo barroco tardio. É sobretudo conhecido popularmente como autor da série de concertos para violino e orquestra Le quattro stagioni ("As Quatro Estações").

2 de mai de 2014

Sutilmente


E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti

Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti
...

Quando Deus fecha uma porta, Ele abre uma farmácia.

De Oiapoque ao Chuí, não importa a cidade, esta é a sina de muitos estabelecimentos legais - como bares, restaurantes e afins - que fecham suas portas. Podem ter certeza, ó, irmãos, de que uma farmácia surgirá no local. É uma epidemia farmacêutica que se alastra pelo Brasil. Na cidade de Santiago, no centro do RS, um caso preocupa os cidadãos: a situação está de tal forma, que já há casos de farmácias se estabelecendo exatamente ao lado de outras. Em Ijuí não é muito diferente, é só olhar para cima, para baixo, para o lado e até para dentro de si mesmo, que uma farmácia será encontrada. Crissiumal, então, nem se fala! As pesquisas indicam que lá há mais farmácias que habitantes. Haha.

Mas falando sério, segundo uma reportagem da Revista Radis (para ver a reportagem completa, clique aqui):

O brasileiro tem a sensação de que esbarra com uma farmácia em cada esquina.

Pelo menos nesse quesito, o país exibe números de fazer inveja ao Primeiro Mundo: são 54 mil estabelecimentos que vendem remédios — um para cada grupo de 3.200 habitantes. Para entender o motivo dessa explosão de drogarias, principalmente nos grandes centros, a Radis ouviu profissionais de diversos segmentos. A meta era tentar responder à seguinte pergunta: por que há tantas farmácias no Brasil?

Cultura da auto-medicação, legislação flexível, propagação de medicamentos mais acessíveis (genéricos e similares), autorização para venda de outros produtos, ausência de uma lei de zoneamento, fachada para lavagem de dinheiro, aumento do roubo de carga de remédios? As respostas foram muitas.

A primeira causa é óbvia: ao contrário do que acontece em outros países, a legislação brasileira não faz muita distinção entre farmácia e outro estabelecimento comercial qualquer. “Abrir uma farmácia no Brasil é relativamente fácil”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), Sérgio Mena Barreto.

O farmacêutico Alfredo da Costa Matos Neto, dono de uma farmácia em Duque de Caxias (RJ), concorda: “Infelizmente, o empresário entende o medicamento como uma mercadoria qualquer”. E disso ele discorda: “Saúde e educação não poderiam ser atividades com fins lucrativos”. Mas são: de acordo com dados da Abrafarma, o setor de drogarias movimenta anualmente R$ 16 bilhões.

28 de abr de 2014

Livro das Perguntas

Tem coisa mais boba na vida 
que chamar-se Pablo Neruda? 

Que vim fazer neste planeta? 
A quem dirijo esta pergunta? 

E que importância tenho eu 
no tribunal do esquecimento? 

Não era verdade que Deus 
vivia no mundo da lua? 
  
Que dirão da minha poesia 
os que não tocaram meu sangue? 

Por que nas épocas obscuras 
se escreve com uma tinta extinta? 

Por que não nasci misterioso? 
Por que cresci sem companhia? 

Das tais virtudes que esqueci
dá pra fazer um terno novo? 

Onde está o menino que fui: 
anda comigo ou evaporou-se? 

Por que estivemos tanto tempo 
crescendo para essa ruptura? 

Quando minha infância se foi 
por que nós dois não fomos junto? 


[Questões retiradas do Livro das Perguntas, de Pablo Neruda e Isidro Ferrer]

26 de abr de 2014

Passeio no Câmpus

Hoje à tarde, Maurício e eu fomos passear e tirar fotos no câmpus da Unijuí. Fazia sol e um frio agradável. Um daqueles dias que são bons não pelos momentos felizes, mas pela ausência dos tristes. (Para ver a postagem completa clique em "Continue lendo".)






there will come a time 
when you’ll love 
somebody 
and not 
know 
why
or
how
words
cannot
hold the
weight of their
smile & that’s when
you’ll start writing poetry.

23 de abr de 2014

OMG, I'm so retro!


Olá pessoas!
Essa semana meu irmão presenteou-me com um cartaz retrô sobre o facebook e uma garrafinha da Coca-Cola super fofa. Coloquei os presentes no meu quarto, junto com algumas outras coisas retrô que tenho. Eu realmente a-d-o-r-o tudo que é retrô e vintage! Sabe qual é a diferença entre os dois termos? Nas palavras mais simples possíveis, vintage são coisas antigas e retrô são coisas novas que parecem antigas.

Há alguns meses, eu entrei numa onda de querer comprar roupas vintage ou retrô pela internet. Dediquei durante horas meu tempo livre pra procurar lojas virtuais e me tornar uma pessoa super consumista, e encontrei muita coisa boa, mas acabei não comprando nada por falta de dinheiro, hahaha. Por milagre, eu encontrei em Ijuí um vestido de cerejas meio retrô que era a minha cara, e que estava na promoção por R$ 20,00. Aí eu comprei.

Abaixo, algumas das coisas que tenho no quarto, na tentativa de transformá-lo em um lugar "mais Mari" (o que é impossível, pois a casa não é minha e tenho que dividir quarto e apê com pessoas desconhecidas e moradores que vêm e vão a cada semestre.... Mas, voltando ao assunto...). Postagem feita ao som de Elvis Presley, pra entrar no clima. 

Beijos, até!